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Porto Alegre, quarta-feira, 25 de março de 2026
 
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Boi Gordo - Preço se mantém apesar de embargo
Data: 25/02/2008
 
Missão da União Européia inicia hoje agenda no Brasil. Expectativa é de retomada das exportações  
O embargo imposto à carne bovina brasileira pela União Européia (UE) completa hoje 25 dias e o preço do gado se mantém estável no mercado interno. Na última semana, o valor do boi gordo atingiu a cotação média de R$ 2,28 o quilo no Rio Grande do Sul, apenas R$ 0,01 abaixo do período anterior, segundo a Emater. A estabilidade do cenário é destacada pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que acredita em uma retomada breve das exportações para a UE, com base na missão que se inicia hoje. Segundo ele, além de não ter recuo, a cotação ainda apresentou reação no Brasil. 'O preço aumentou 2,1%. Mesmo assim, a União Européia é um grande mercado e a tendência é que se pague melhor pela carne no futuro', afirma Stephanes.
No Rio Grande do Sul, a notícia do embargo teve reflexo imediato no preço, mas, como não interferiu na oferta e na procura por animais, o preço estabilizou-se. Conforme o diretor executivo do Sicadergs, Zilmar Moussalle, foi registrada queda de 10% a 20% no preço dos cortes especiais e, mesmo assim, não houve impacto na cotação do boi. A falta de matéria-prima, explica, impediu a queda. A indústria gaúcha trabalha com ociosidade. Em 2007, foi usada apenas 40% da capacidade de abate das plantas gaúchas. Para Moussalle, a tendência é de manutenção do preço em 2008.
Se houver alteração, será para cima, acredita o coordenador da Comissão de Bovinocultura de Corte da Farsul, Carlos Simm. Isso porque a oferta e a demanda estão equilibradas. 'Janeiro e fevereiro são meses de baixa nos abates. Com o fim das férias, deve aumentar o consumo', alerta. Além disso, a oferta de gado gordo está em declínio, pois restam apenas os exemplares mantidos em campo nativo. Com a estabilização da cotação, a tendência é que, em março e abril, as vacas vazias sejam disponibilizadas para abate.
Analistas afirmam que muitos frigoríficos passaram a comprar vacas para manter a produção de carne. Com isso, a retenção de matrizes, necessária para recompor o rebanho nacional, é mais uma vez adiada e a disponibilidade de terneiros para a formação da próxima safra também deverá ser menor, estendendo o ciclo de preços mais elevados para o boi.

Fonte: Correio do Povo
 
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