Página Inicial
Sobre a Mercado
Histórico
Palestras
Contato
Links
Login:
Senha:
Credenciada na
 
 
Ligue:
(51) 3086-8700
Cadastro
Links Úteis
>> Pessoa Física
>> Pessoa Jurídica
>> Autorização de Corretagem na BBM
>> Envie seu Curriculum
Porto Alegre, domingo, 29 de março de 2026
 
Notícias
Voltar para Página Anterior Pesquisar Notícias Imprimir esta Notícia
:: Acompanhe as notícias do mercado de cereais
 
Milho - combinação de fatores favorece exportação de milho brasileiro no Hemisfério Sul, diz a Céleres
Data: 13/07/2009
 
Estudo divulgado pela Céleres aponta que principais mercados importadores são Oriente Médio, África e Ásia Central.

Crescimento populacional, aumento de renda e limitações de produção em todo o mundo criaram oportunidades ímpares para o Brasil no mercado internacional de milho. É o que aponta um estudo da consultoria Céleres, especializada em tendências do agronegócio, divulgado essa semana.

Segundo o estudo, com o Brasil já como segundo maior exportador mundial, a América do Sul terá maior relevância nesse cenário, em que despotam como consumidores países de regiões como o Norte da África, Oriente Médio e Ásia Central, além de vizinhos como Colômbia, Venezuela e Chile.

De acordo com a pesquisa, apenas alguns países da América do Norte, América do Sul e da ex-URSS possuem excedentes do cereal. "Esse mapa evidencia que uma parcela importante do globo depende de milho importado para completar a sua necessidade de produção", observa Anderson Galvão, diretor da Céleres e responsável pelo estudo.

Ele explica que, nos últimos anos, como forma de suavizar os riscos de escassez de milho, diversos países investiram na ampliação da produção local do milho, com políticas públicas e privadas de estímulo, com incorporação de novas áreas e tecnologias. São os casos de Filipinas, Tailândia, Indonésia, Índia e outros países da Ásia Central. "Esses países usam estratégias que passam essencialmente por medidas visando à elevação da produtividade média, através da facilitação e estímulo a adoção de novas tecnologias", esclarece Galvão.

Emergentes tendem a importar mais
Considerando a taxa de crescimento global das importações de milho nos últimos dez anos em 2,5%, os países com taxas mais expressivas de crescimento, são exatamente os países do Oriente Médio, Norte da África e Ásia. Segundo informações de organismos como ONU, FAO, Banco Mundial e FMI, são aqueles que possuem as maiores taxas de crescimento populacional e também os que enfrentam certa dificuldade para aumentar a produção local.

O diretor da Céleres indica que o acelerado crescimento econômico dos países emergentes têm impactado a mudança do hábito alimentar, com os consumidores migrando do consumo de grãos in natura para alimentos de maior riqueza nutricional como os produtos lácteos e carnes. "Não por acaso, a maior parte do déficit na relação produção/consumo de milho está concentrado nesses países e, diante das perspectivas futuras, de crescimento da demanda, a pressão sobre o quadro de suprimento em tais mercados só aumentará", completa.

A íntegra do estudo, que também analisa o desempenho das exportações brasileiras nos últimos dez anos, está disponível no website da Céleres (www.celeres.com.br).


Fonte: Assessoria de Comunicação - Céleres
 
:: Notícias Atualizadas
 
 
 
Copyright © 2004 Corretora Mercado | Política de Privacidade | Desenvolvido por M23