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Registro - Cotações Dos Grãos Devem Seguir Firmes Em Chicago
Data: 26/10/2009
 
Os preços internacionais dos grãos tendem a continuar firmes nesta semana, sustentados pela queda do dólar e pelas preocupações com o clima que atrapalha a colheita nos Estados Unidos. Contudo, realizações de lucro típicas de fim de mês podem pesar sobre os mercados antes do fim da semana.

Os contratos de soja, milho e trigo negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) voltaram a demonstrar força na semana passada. A soja para entrega em novembro acumulou valorização de 2,92%, fechando a sexta-feira a US$ 10,06 o bushel. O milho para dezembro avançou 6,92%, para US$ 3,9775 o bushel, enquanto o trigo para dezembro disparou 9,82%, fechando a US$ 5,4775 o bushel.

Os grãos estão apenas acompanhando o movimento de alta observado em todo o segmento de commodities. Por causa da persistente queda do dólar, investidores estão aumentando de modo significativo sua exposição a contratos de metais, energia e produtos agrícolas, considerados bons instrumentos de hedge cambial e inflacionário.

Essa corrida por commodities teve um efeito particularmente altista sobre os mercados de grãos, em que fundos e especuladores estavam vendidos até poucas semanas atrás. Com a mudança de sentimento em relação às matérias-primas, esses investidores se viram obrigados a cobrir as posições de venda, que simulam uma aposta na queda dos preços.

Isso explica porque o trigo, que tem os fundamentos baixistas entre os grãos negociados na Bolsa de Chicago, subiu consideravelmente mais do que soja e milho, ainda alvos de incertezas e especulações por causa do atraso da colheita nos Estados Unidos.

Apesar de preocupações pontuais, os fundamentos justificariam níveis de preço mais baixos nos três mercados. Por isso, os grãos estão vulneráveis a mudanças de humor no setor financeiro e realizações de lucro, especialmente antes do fim do mês.

Café: ICE Futures volta a mostrar inclinação baixista
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) vinham operando bem, acima de 140 cents, mas na sexta-feira o mercado perdeu o piso. Ordens automáticas abaixo desse nível foram acionadas e os preços cederam rapidamente.

Analistas informam que o mercado estava trabalhando relativamente bem no intervalo entre 140 cents e 145 cents. As vendas de origem estavam aparecendo, embora não em volume agressivo.

O mercado cedeu rápido, em grande parte acompanhando as perdas no mercado futuro de café robusta da Bolsa de Londres (Liffe). Traders disseram que Londres recuou forte por causa da expectativa de uma grande safra no Vietnã, que começa a ser colhida. Os vietnamitas são os maiores produtores mundiais de robusta. Além disso, graficamente o mercado indicava queda. O suporte a 1.450 dólares, base janeiro/10, foi rompido e o mercado escorregou para mínima de 1.383 dólares, provocando uma oscilação de 100 dólares ao longo do pregão.

Em Nova York, analistas consideram que o mercado pode ter apenas tomado um fôlego, para tentar buscar novamente níveis acima de 145 cents. Outros, porém, consideram que a aproximação da entrada da safra de países da América Central e Colômbia pode manter os preços pressionados. Nesse contexto, fundos de investimento podem liquidar posição comprada, adicionando ainda maiores expectativas baixistas para o café.

Açúcar: mercado deve operar no intervalo de 21 cents a 24,50 cents
O mercado futuro de açúcar na ICE Futures deve iniciar a semana negociado dentro do intervalo das últimas semanas, entre 21 cents e 24,50 cents, base março. A expectativa é de que o mercado permaneça mais técnico em virtude da ausência de novos fundamentos no mercado. Alguns analistas acreditam que as recentes chuvas no Brasil que estão atrapalhando a safra já estão incorporadas na atual estrutura de preços da bolsa. Diante disso, a volatilidade do dólar deverá provocar uma oscilação na cotação do açúcar, considerando a ação de fundos e especuladores.

O principal saldo da Semana do Açúcar, série de eventos que ocorreu em São Paulo, é que os preços da commodity continuarão elevados no decorrer da próxima safra à medida que o setor não conseguirá transferir neste momento a melhor remuneração que está sendo obtida com o açúcar para novos investimentos. O fato de o mercado mais remunerador estar sendo utilizado para reduzir o endividamento do setor, e não para novos investimentos, deve manter limitada a expansão desse mercado, criando um suporte para os preços.


Fonte: Agencia Estado
 
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