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Boi gordo - Arroba e exportações caem, mas no varejo aumenta
Data: 15/01/2010
 
O preço da arroba no Estado contabilizou queda de 9,14% com relação ao ano de 2008. A média do preço à vista adotada em 2008 foi de R$ 73,11 e em 2009 passou a R$ 66,43. “Com a queda de quase 40% na capacidade de abate, muitos frigoríficos se aproveitaram da situação para pagar menos pela arroba”, denuncia o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari.

O gestor do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Celidônio, aponta ainda que “a retração na demanda por carnes, tanto interna quanto externa, iniciada no mês de outubro de 2008, persistiu durante o ano passado. O preço, no mês de maio, atingiu sua menor cotação do ano (R$ 62,87/@), resultado principalmente, dessa retração da demanda”. O spread (diferença) entre os preços à vista e a prazo no Estado, chegou a 4,5% fechando o ano em 3,2%.

Se houve retração no preço pago ao criador, houve alta sobre o valor pago pelo consumidor, mesmo havendo maior oferta de cortes no mercado interno. “A variação dos preços da arroba, carne no atacado e carne no varejo, demonstra que o consumidor continua pagando alto quando compra o bife de cada dia nos supermercados e açougues”, frisa Celidônio. Conforme análise do Imea, desde meados de 2008 se nota este descolamento da variação do preço do varejo, do atacado e do produtor. “Este fato é justificado pela desigualdade no repasse dos ganhos entre os elos da cadeia, onde as duas pontas, os produtores e os consumidores, levam a pior”. A variação média do preço do varejo, de janeiro a novembro de 2009, ficou em 84%, do atacado em 46% e do produtor em 39% com relação ao ano base (2005).

EXPORTAÇÕES – Números do Imea apontam ainda que Mato Grosso exportou no ano passado 185,6 mil toneladas equivalente carcaça (TEC), uma queda de 18,5% em relação ao mesmo período de 2008, que registrou 270,7 mil TEC. “Mesmo assim podemos dizer que foi um ano de recuperação, pois conseguimos retomar as exportações no decorrer do ano e chegar aos patamares de 2008”, diz Vacari. Num exemplo da retomada, o Imea revela que em janeiro do ano passado foram embarcados apenas 7,8 mil TEC, o menor volume desde fevereiro de 2005, mas esse as vendas atingiram 18 mil TEC em abril de 2008.

Apesar da queda, importantes parceiros comerciais ampliaram a participação sobre as vendas de Mato Grosso. A Rússia foi o maior comprador em 2009, 29% total exportado, seguido do Oriente Médio, que deteve 20% do consumo. Ambos incrementaram consumo de um ano para o outro, saindo de uma participação de 16% e 16%, respectivamente. A União Europeia fechou o ano com participação de 11%, ante 9% em 2008. (MP)

Fonte: Diário de Cuiabá
 
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