O maior interesse de venda por parte de produtores brasileiros e a forte queda no mercado internacional pressionaram as cotações do milho nos últimos dias. No Brasil, os atuais bons estoques do cereal precisam ser escoados para a chegada da soja, segundo pesquisas do Cepea. Dessa forma, produtores aumentam as ofertas, mas, na medida do possível, tentam não pressionar excessivamente as cotações. No mercado externo a pressão veio da estimativa do USDA de maior oferta mundial. Entre 11 e 18 de janeiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) caiu 2,8%, fechando a R$ 19,62/saca de 60 kg na segunda-feira, 18.